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Dia 1, aventura 1

O dia começou muito melhor que Torfin havia imaginado. Aquela longa e perigosa viagem até Amn não vai mais precisar acontecer. Depois de um excelente negócio fechado da ponte de Boareskyr todas as peles e até mesmo atquele vestido esquisito foram vendidos. Tudo pra mesma halfling. Todos satisfeitos, hora de celebrar.

Já era tarde da noite quanto Torfin percebeu que algo estava errado. Ainda naquela tenda improvisada montada por aquele gnomo que ninguém consegue lembrar o nome ele conheceu Ssel e Moragall. A circunstância no entanto foi peculiar. Chegam correndo 2 cavalos sem seus condutores afoitos para beber agua no cocho. Torfin e Ssel estavam certos que algo havia acontecido. Com uma habilidade que pouco se vê entre os humanos, Ssel conseguiu acalmar os cavalos e logo percebeu que eles tinham fugido escapado de um combate. Parecia ter sido perto e, como não existe milicia aqui, ou leis, os três resolveram averiguar.

Chegando no local do combate, eles viram 2 corpos no chão e sinais de combate. Um deles estava vivo e, graças a um pouco de agua e vinho elfico, Glauron estava vivo. Ele contou que estava viajando para levar sua filha para se casar. Ele e seu grupo de amigos experientes faziam a viagem quando foram atacados por cultistas (que seria descoberto pelo grupo mais tarde). Sua filha bem como dois outros membros do grupo foram levados. Ele implorou que sua filha fosse salva e disse que o dote dela (que também foi levado) poderia ser usado como pagamento....E, tinha uma donzela em perigo E... Elas precisam ser salvas não é?

Os recém conhecidos Torfin, Ssel e Mor (me lembra de voltar nesse depois) saíram no que seria sua primeira e, muito estranha, aventura. 

Seguir os rastros deixados pelos cultistas não parecia uma tarefa complicada para Ssel. Mesmo a noite, com pouca iluminação e ele sendo um humano, ele conseguia achar os rastros com facilidade. A lua estava cheia e isso com certeza ajudou nossos aventureiros. Eles agora caminhavam num terreno arenoso, com plantas baixas e pequenos montes. Como o terreno era formado por muita pedra e argila as plantas não cresciam muito e graças a isso Torfin conseguiu ver um clarão a direita do grupo, colina abaixo. Ssel identificou que o grupo de cultistas se dividira nesse ponto e, com esse clarão, os aventureiros logo se puderam a descer colina abaixo. Chegando no local eles logo viram o que tinha provocado aquele clarão. Cercado por 3 cultistas (deixa eu parar pra descrever esses cultistas. Eles eram tods humanos e tinham semelhanças fisicas e no rosto como se fossem irmãos mas... de uma forma maligna. Como se a magia e o culto deles os marcasse de alguma forma. Eles usavam pesadas armaduras de pele e carregavam com eles o símbolod e uma divindade menor que o grupo mais tarde conheceria como Orcus* (n lembro direito)) vimos um humano, de aparência extremamente fráfil, de robes e um cajado na mão. Ele bateu seu cajano no chao e os cultistas foram empurrados para longe dele. Essa foi a brecha para Ssel Mor e Torfin agirem e, trabalhando em grupo, conseguiram proteger Adam e vencer os cultistas.

Nosso grupo agora tinha mais um integrante. Adam era um dos integrantes originais do grupo de Glauron. Ele acredita que estava sendo levado para um local de ritual mas que Selina (e filha da Glauron) e seu companheiro elfo não tinham sido levados com ele. Nosso grupo rapidamente então (não tão rapidamente pois Torfin insistia em visitar a casa onde seria feito o ritual) seguiu em busca da outra metade de cultistas pela outra trilha. E aqui as coisas começam a ficar estranhas.

Uma névoa paira sobre o local. Uma névoa magicamente, sobrenaturalmente esquisita. Seguia o grupo que tinha a impressão de estar sendo vigiado o tempo todo. Colina abaixo, no meio dessa névoa o grupo encontra um casarão. Não havia estrada, civilização ou qualquer coisa em volta que explicasse como aquela casa de 4 andares, de modelo gótico estava fazendo ali no meio do nada. Mas ainda assim o grupo sabia que era pra lá que os cultistas haviam levado Selina. Chegando perto da casa as portas se abrem e as luzes de acendem. Dá pra sentir o calor vindo de dentro da casa, bem como um convite quase que aconchegante. Eles entram e começam e explorar.

Essa casa era com certeza amaldiçoada por alguém ou alguma coisa. A casa estava em estado de conservação duvidoso, como se trancada a muito tempo mas... As luzes se acendiam, tinha comida feita a mesa, despensa cheia.... Uma sala de troféus. Enquanto Ssel assumia ouvir vozes e gritos femininos vindo de outras salas (e as explorava), Torfin Adam e Mor ficaram para explorar a sala de troféus. Quando Torfin mexeu em alguns pertences que ficavam perto na lareira, um dos lobos empalhados tomou vida e, num salto feroz abriu um rasgo na garganta de Torfin. Mor e Adam se assustaram mas prontamente se viraram para enfrentar os outros 2 lobos. Ssel ouviu a confusão e voltou para se juntar ao combate. Os lobos foram vencidos e, aparentemente, eram apenas ilusões. Doloridas ilusões mágicas.

O grupo então descobriu que muito de dentro dessa casa era na verdade ilusão. Mas essas ilusões feriram o grupo e, apesar de Adam ter assumido não ter participado das aulas sobre ilusão direito, ele disse que sim, elas também poderiam matar. O grupo precisaria ter cuidado redobrado de agora em diante. Mas não foi isso que aconteceu. Após mais exploração na casa, o grupo chegou a enfrentar um banco de esqueletos numa sala de música, passaram por armadilhas e baús já ativados, até que eles encontraram a primeira pista de que local seria esse. Nas mãos de um halfling que fuçava em um baú antigo tinha uma carta. 

e continua...

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